Comida e Cultura

Em pleno Século XXI, somos inundados diariamente pelas mais variadas opções de entretenimento, informação e principalmente alimentação. Com a crescente demanda de clientes cada vez mais exigentes por pratos diferenciados, alimentação nutritiva, de qualidade e acessível aos paladares diversos, os estabelecimentos de alimentação sofrem um constante desafio de criar, adequar e reinventar cardápios que agradem os clientes.

Com a popularização de programas culinários e gastronômicos em praticamente todos os meios de comunicação, o consumidor acaba inserindo-se num universo de ingredientes e preparos antes desconhecidos, criando uma vontade de degustar pratos e técnicas elaboradas por grandes chefs ou figuras emblemáticas dessa profissão.

Diante deste cenário nos deparamos com uma linha tênue que permeia o cotidiano do Brasileiro: A necessidade de se alimentar como forma básica de nutrição diária versus o desejo de saborear alimentos com viés gastronômico.

Somos um país de proporção continental, multicultural e extremamente miscigenado, reunindo desde o período do ‘’descobrimento’’ pelos portugueses, diferentes ingredientes, estilos e hábitos alimentares. Inicialmente com os povos nativos brasileiros, a alimentação era trabalhada de forma tribal, voltada à sobrevivência de povos guerreiros e utilização de recursos disponíveis na época. Caça e pesca eram comuns, bem como a coleta de recursos disponíveis na natureza, restringindo a dieta dos povos ao local em que habitavam.

Técnicas de cocção utilizadas por esses povos consistiam basicamente e alimentos assados em ‘’trempes’’ (armações feitas de madeira e barro em forma de tripé sobre o fogo).

 E ‘’moquéns’’ (grelhas rudimentares feitas para apoiar alimentos sobre o fogo.)

Onde alimentos recém caçados/coletados eram dispostos para serem cozidos praticamente sem tempero algum. O sal como conhecemos veio com a chegada dos colonizadores, antes disso o mais próximo que se encontrava desta iguaria estava no sabor de algumas raízes e carnes animais.

‘’ Naquela época não tinha sal, sal dos não indígenas, alimentavam-se sem tempero do sal.’’

 Catarina Pedrosa, Sobrevivente da Tribo Tukano Habitante dos Altos do Rio Negro.

Os povos portugueses trouxeram consigo as técnicas e ingredientes já amplamente utilizados em Portugal e Europa. Com o domínio de grandes rotas de navegações e especiarias, introduziram na dieta do Indígena colonizado ingredientes como cana de açúcar, trigo, arroz, laranja, alho, limão e técnicas de ensopados e cozidos, como saboreamos até hoje nos pratos típicos como canjas, caldo verde e bacalhoadas.

Com os povos africanos conhecemos sua riquíssima bagagem em sabor, juntamente com o dendê, abóbora, acarajé e feijoada.

Desde então fomos inundados por uma infinidade de sabores e culturas das mais variadas partes do mundo, italianos, espanhóis, japoneses e chineses fizeram parte da construção deste mosaico alimentar que é a gastronomia brasileira. Desta forma a Plasciti – Soluções tecnológicas em equipamentos e embalagens, busca diariamente por meio de sua equipe de chefs implementar em seus clientes cardápios saborosos que atendam às vontades do consumidor brasileiro, em seus mais variados aspectos, oferecendo qualidade não apenas em suas embalagens, mas também no alimento, tornando desta forma a rotina de se alimentar algo nutritivo, saboroso e seguro ao consumidor.

1 comentário Adicione o seu

  1. Jaqueline disse:

    Muito boa a publicação, parabéns ao autor por ter considerado vários tópicos na história da alimentação, mto bem escrito. 👏👏

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